Eu preciso de você........... muito mais do que você pode imaginar!
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Sem explicações, por favor
E quando sua vida inteira começa a passar na sua frente, você enfim consegue perceber onde está. Vi o quanto eu deixei pra trás. Percebi o tipo de vida que eu tenho comparado ao que eu sempre sonhei. Revivi todos aqueles sonhos deixados no meio do caminho. As pessoas que estão comigo hoje. De repente nada fazia sentido. Tudo isso simplesmente começou a escorrer pelos meus olhos... Sem razão, sem motivos.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Música do Dia
Heroes - Ne-Yo
Heróis
Nunca duvide, nunca duvide.
Estou aqui por você, e você por mim.
Não se preocupe eu estarei lá.
Forte quando você se sentir fraca.
No escuro quando você não puder ver.
A luz guia, eu serei.
Tudo o que preciso tudo o que preciso.
É que você faça o mesmo por mim.
Mesmo os heróis precisam de heróis algumas vezes.
E mesmo os fortes precisam de alguém que lhes digam "Está tudo bem."
Mesmo os heróis precisam de heróis algumas vezes.
Você será minha heroína esta noite?
Basta olhar bem para cima.
Logo acima de você é onde eu vôo.
Mas se eu cair do céu.
Em você eu posso confiar?
Eu te protegerei do mundo.
Sempre que eu puder.
Mas você fará o mesmo por mim
De vez em quandoMesmo os heróis precisam de heróis algumas vezes.
E mesmo os fortes precisam de alguém que lhes digam "Está tudo bem."
Mesmo os heróis precisam de heróis algumas vezes.
Você será minha heroína esta noite?
Venha até mim, ao meu socorro.
Faça por mim como eu faço por você.
Seja meu guia quando eu estiver cego.
Porque ninguém pode ser forte o tempo todo.
Mesmo os heróis precisam de heróis algumas vezes.
Você será minha heroína esta noite? [Você será minha heroína?]
Mesmo os heróis precisam de heróis algumas vezes. [Você será minha heroína?]
E mesmo os fortes precisam de alguém que lhes digam "Está tudo bem." [Você será minha heroína?]
Mesmo os heróis precisam de heróis algumas vezes.
Você será minha heroína esta noite? [Você será minha heroína?]
Você será minha heroína?
Cansei
E se um dia minha luz se apagar, saiba que eu não estou mais aqui. Minha alma perdeu as esperanças e fugiu para um lugar melhor. Se um dia eu deixar de acreditar, deixarei de viver. Eu só tento ser alguém melhor todos os dias. Fazer com que se orgulhem de mim. Vivo para realizar sonhos. E se tudo isso deixar de funcionar, deixarei de funcionar também. E se meus sonhos não dependem exclusivamente de mim... não é por isso que eu vou desistir. Isso é a prova de que corações partidos não se ganham só quando se ama, mas também quando se acredita. Corações partidos estão em cada esquina nos esperando em um momento de fraqueza. E aqui vou eu com mais um. E outro, e outro. E se eu por acaso eu não voltar a ser quem eu sou - ou sonhava ser - é porque fui atrás do meu coração, que não aguentava mais e saiu correndo com medo de ser pisado de novo. Não me contento em ser apenas um eu mal feito e destruído. Um eu desajeitado, sem graça e fraco. Se minha luz se apagar, só estarei sendo o que inevitavelmente um dia eu serei. Os sonhos são meus, e eu vivo por eles. O resto é tudo invenção minha para tentar ser feliz.
(E se quiser saber: sim, eu enlouqueci!)
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Só quero que termine bem!
Eu não quero que tudo volte a ser como era. Se estivesse certo eu não estaria em fase de reconstrução agora. Só quero que termine bem. Só quero um coração inteiro novamente. Só não quero mais lágrimas. Aprendi que o mesmo que pode te tirar da escuridão, é o mesmo que sabe o caminho de um lugar muito pior. Aprendi que a solidão nos faz acreditar naquilo que queremos ouvir. Isso torna tudo mais fácil. Só não quero cometer os mesmos erros. Aprendi que não se deve virar a página, e sim trocar de livro. Fácil de falar não é mesmo?!
Só quero que termine bem...
Só quero que tudo termine bem!
Mas se possível, não termine...!
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Tudo bem!
Tudo fica bem quando a gente realmente consegue 'entender' o que aconteceu.
Já posso dizer que metade do peso que "habitava" minha consciência se foram quando eu ouvi aquelas palavras. De alguma forma eu sabia que elas viriam, só não estava preparada para ouvi-las. Foi bom!
Pude ter a certeza de que não estava errada. Apesar da minha consciência ter me torturado todo esse tempo me condenando por tudo aquilo. Hoje, pude até sorrir.
O que o teria levado a dizer aquilo? Bom, isso eu não sei, mas alguma consideração deve haver. Ou eu fui tão insignificante assim? Prefiro acreditar que foi de espontânea vontade. Prefiro acreditar no que ouvi.
Confesso que sinto sua falta, e que ainda penso (agora com menos frequência) em tudo o que aconteceu - e poderia ter acontecido (sou mestre nisso!) Mas agora eu consigo conviver com isso. Um coração partido a mais, um a menos agora nem machuca tanto. E é claro que a pessoa-motivo disso não vai saber. Incrível é como mesmo sem perceber ele traz consigo a inspiração que eu preciso para dizer o que estou sentindo. Esse "do nada" se tornou "tudo" rápido demais pra mim. Foi difícil, foi bom, mas passou. Agora, só voltou a ser o que sempre foi, e nunca deveria ter mudado: NADA.
"Como se eu nunca tivesse existido." como diria Edward Cullen. O que restou, eu guardei em uma caixa no fundo da gaveta. Porém, as palavras de hoje ainda estão passando em minha mente repetidas vezes. Sua voz, e até seu perfume ainda estão 'arquivados' na minha memória sem que eu possa deixar de reagir a isso.
E de novo, tento encontrar uma razão, quando tudo o que tenho que fazer é olhar para frente. Esquecer.
E se por acaso, um dia você ler isso saiba que eu realmente tentei ser o melhor par você. Desculpa se não foi o suficiente...!
"É assim que se aprende!"
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Voar para o infinito
E eles ainda esperam que eu reaja. Esperam que eu faça algo que eu já imaginei que eles esperassem que eu fizesse. Meu senso desapareceu. Eu só não queria estar escrevendo sobre mim outra vez. Seria muito mais interessante se eu simplesmente contasse histórias bonitinhas com finais felizes, mas o meu mundo acaba influenciando até nisso.
E se eu me perder de vez, só peço que me deixe em paz. Essa 'falta de conteúdo interessante' da minha realidade me sufoca. Parece que estou jogando todos os meus sonhos, de tanto tempo ao vento, colocando-os nas mãos das pessoas erradas.
E eu ainda faço questão de parecer legal... Quando o que eu quero de verdade é sair daqui o mais rápido possível. Ir para (bem) longe, largar tudo e nunca mais voltar.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Novamente sem sentindo algum!
E sabe que eu ainda não sei porque eu ainda escrevo sobre mim...! Não há nada de bom para compartilhar. É só uma imensa necessidade de dizer para alguém (se é que existe um alguém) sobre um 'eu' que poucos conhecem.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
É isso!
Eu nunca tentei ser ou parecer alguém que eu não sou. Se eu estou bem? Quem sabe...! Isso nem importa. As pessoas perguntam se estou bem por educação. Não fazem questão de ter a resposta, e muito menos de saber se é verdadeira. Eu realmente não ligo para isso. Sou o tipo de pessoa que não se sente a vontade ao falar o que sente.
A tristeza e a melancolia me acompanham frequentemente nesse últimos meses. Arrasto-as como se estivessem presas a mim. Como lembranças ruins. Como um futuro próximo e obscuro. Como sonhos frustados. Como se eu não fosse capaz de deixá-los guardados em uma gaveta. Eles me impedem de sorrir, mas não me impedem de acreditar. E enquanto não afetar o meu coração, isso também não vai mudar nada. É só um estado de espírito. Ninguém tem nada a ver com isso.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Sonhar pra quê?
E mesmo assim, as pessoas tentam destruir meus sonhos todos os dias. A única coisas que me resta. Direta e indiretamente, tenho que conviver com palavras negativas e tentar sobreviver a elas. Dói. É difícil, mas acima de tudo, esse meu sonho me ensinou a acreditar nos meus sonhos. Nunca desistir. Quem sou eu para contrariar os meus sonhos. Parece que estou vivendo apenas de sonhos, para os meus sonhos, pelos meus sonhos. Talvez isso seja capaz de me deixar feliz o suficiente para o meu coração continuar a bater feliz. Porque se eles não existissem, eu não seria capaz de sobreviver a essas pancadas de realidade diariamente. Às vezes, dói tanto que se transforma em lágrimas.
Isso passa.
Meus sonhos não.
domingo, 7 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Eu não quero gostar de você
Ele traz algo de mim que eu simplesmente não sei explicar. É involuntário. É automático. Seu toque tem um ar de ironia. As coisas caminham novamente para ele. Sei onde isso vai dar. Jurei pra mim mesma de que ele jamais voltaria para os meus pensamentos, para os meus sonhos, para a minha vida e muito menos para o meu coração. Talvez isso mostre que eu não sei comandar nenhum deles. Eu não quero voltar para o tempo em que eu acreditava nele. Porque (quase) tudo nele me encanta. Como não gelar diante de uma situação dessas? Meu coração para por alguns minutos e minha mente já faz mil planos, e não importa o que eu esteja fazendo, eu vou prestar atenção nele. (Às vezes eu me arrependo disso!) Mas quer saber? Eu já proibi o meu querido coração completamente remendado de se apaixonar novamente, mas acho que esqueci de citar pessoas que resolvem 'voltar'. Mas não importa. Isso não vai acontecer novamente. Sei o quanto dói, e o quão grande é o esforço para tentar esquecer. E mesmo que um sorriso bobo apareça no meu rosto quando ele me tocar, não vai ser algo completamente descontrolado, pois na mesma hora a lembrança da dor que eu senti naquele tempo vai voltar mesmo que eu não queira. E um dia vai passar. Um dia eu vou esquecer. E antes de tudo isso, eu já desisti de entender.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Eu não existo sem você
Assim como o oceano
Só é belo com o luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você
(Vinícius de Moraes e Antônio Carlos Jobim)
Só é belo com o luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você
(Vinícius de Moraes e Antônio Carlos Jobim)
Um pouco de literatura
Achei que textos/poemas do Romantismo, traduzem bem meu estado de espírito atualmente. Tenho lido muitos poemas dessa época. Me faz sentir bem. Este que escolhi é mais triste, fala de morte. Mas ao mesmo tempo tem uma delicadeza, e uma sensibilidade incrível.
Este poema, foi escrito trinta dias antes da morte do poeta, foi lido em seu enterro pelo romancista Joaquim Manuel de Macedo.
Lembrança de morrer
Quando em meu peito rebentar-se a fibra,
Que o espírito enlaça à dor vivente,
Não derramem por mim nem uma lágrima
Em pálpebra demente.
E nem desfolhem na matéria impura
A flor do vale que adormece ao vento:
Não quero que uma nota de alegria
Se cale por meu triste pensamento.
Eu deixo a vida como deixa o tédio
Do deserto o poento caminheiro.
- Como as horas de um longo pesadelo
Que se desfaz ao dobre de um sineiro:
Como o desterro de minh'alma errante,
Onde fogo insensato a consumia:
Só levo uma saudade - é desses tempos
Que amorosa ilusão embelecia.
Só levo uma saudade - é dessas sombras
Que eu sentia velar nas noites minhas...
De ti, ó minha mãe! pobre coitada
Que por minha tristeza te definas!
De meu pai... de meus únicos amigos,
Poucos - bem poucos- e que não zombavam
Quando, em noites de febre endoidecido,
Minhas pálidas crenças duvidavam.
Se uma lágrima as pálpebras me inunda,
Se um suspiro nos seios treme ainda,
é pela virgem que sonhei... que nunca
Aos lábios me encostou a face linda!
Só tu à mocidade sonhadora
Do pálido poeta deste flores...
Se viveu, foi por ti! e de esperança
De na vida gozar seus amores
Beijarei a verdade santa e nua,
Verei cristalizar-se o sonho amigo...
Ó minha virgem dos errante sonhos,
Filha do céu, eu vou amar contigo!
Descansem o meu leito solitário
Na floresta dos homens esquecida
À sombra de uma cruz, e escrevam nela:
- Foi poeta - sonhou - e amou na vida.
Sombras do vale, noites da montanha
Que minh'alma cantou e amava tanto,
Protegei o meu corpo abandonado
E no silêncio derramai-lhe um canto!
Mas quando preludia ave d'aurora
E quando à meia-noite o céu repousa
Arvoredos do bosque, abri os ramos...
Deixai a lua prantear-me a lousa!
(Álvares de Azevedo)
Este poema, foi escrito trinta dias antes da morte do poeta, foi lido em seu enterro pelo romancista Joaquim Manuel de Macedo.
Lembrança de morrer
Quando em meu peito rebentar-se a fibra,
Que o espírito enlaça à dor vivente,
Não derramem por mim nem uma lágrima
Em pálpebra demente.
E nem desfolhem na matéria impura
A flor do vale que adormece ao vento:
Não quero que uma nota de alegria
Se cale por meu triste pensamento.
Eu deixo a vida como deixa o tédio
Do deserto o poento caminheiro.
- Como as horas de um longo pesadelo
Que se desfaz ao dobre de um sineiro:
Como o desterro de minh'alma errante,
Onde fogo insensato a consumia:
Só levo uma saudade - é desses tempos
Que amorosa ilusão embelecia.
Só levo uma saudade - é dessas sombras
Que eu sentia velar nas noites minhas...
De ti, ó minha mãe! pobre coitada
Que por minha tristeza te definas!
De meu pai... de meus únicos amigos,
Poucos - bem poucos- e que não zombavam
Quando, em noites de febre endoidecido,
Minhas pálidas crenças duvidavam.
Se uma lágrima as pálpebras me inunda,
Se um suspiro nos seios treme ainda,
é pela virgem que sonhei... que nunca
Aos lábios me encostou a face linda!
Só tu à mocidade sonhadora
Do pálido poeta deste flores...
Se viveu, foi por ti! e de esperança
De na vida gozar seus amores
Beijarei a verdade santa e nua,
Verei cristalizar-se o sonho amigo...
Ó minha virgem dos errante sonhos,
Filha do céu, eu vou amar contigo!
Descansem o meu leito solitário
Na floresta dos homens esquecida
À sombra de uma cruz, e escrevam nela:
- Foi poeta - sonhou - e amou na vida.
Sombras do vale, noites da montanha
Que minh'alma cantou e amava tanto,
Protegei o meu corpo abandonado
E no silêncio derramai-lhe um canto!
Mas quando preludia ave d'aurora
E quando à meia-noite o céu repousa
Arvoredos do bosque, abri os ramos...
Deixai a lua prantear-me a lousa!
(Álvares de Azevedo)
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