quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Tudo bem!
Tudo fica bem quando a gente realmente consegue 'entender' o que aconteceu.
Já posso dizer que metade do peso que "habitava" minha consciência se foram quando eu ouvi aquelas palavras. De alguma forma eu sabia que elas viriam, só não estava preparada para ouvi-las. Foi bom!
Pude ter a certeza de que não estava errada. Apesar da minha consciência ter me torturado todo esse tempo me condenando por tudo aquilo. Hoje, pude até sorrir.
O que o teria levado a dizer aquilo? Bom, isso eu não sei, mas alguma consideração deve haver. Ou eu fui tão insignificante assim? Prefiro acreditar que foi de espontânea vontade. Prefiro acreditar no que ouvi.
Confesso que sinto sua falta, e que ainda penso (agora com menos frequência) em tudo o que aconteceu - e poderia ter acontecido (sou mestre nisso!) Mas agora eu consigo conviver com isso. Um coração partido a mais, um a menos agora nem machuca tanto. E é claro que a pessoa-motivo disso não vai saber. Incrível é como mesmo sem perceber ele traz consigo a inspiração que eu preciso para dizer o que estou sentindo. Esse "do nada" se tornou "tudo" rápido demais pra mim. Foi difícil, foi bom, mas passou. Agora, só voltou a ser o que sempre foi, e nunca deveria ter mudado: NADA.
"Como se eu nunca tivesse existido." como diria Edward Cullen. O que restou, eu guardei em uma caixa no fundo da gaveta. Porém, as palavras de hoje ainda estão passando em minha mente repetidas vezes. Sua voz, e até seu perfume ainda estão 'arquivados' na minha memória sem que eu possa deixar de reagir a isso.
E de novo, tento encontrar uma razão, quando tudo o que tenho que fazer é olhar para frente. Esquecer.
E se por acaso, um dia você ler isso saiba que eu realmente tentei ser o melhor par você. Desculpa se não foi o suficiente...!
"É assim que se aprende!"
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