"Bom dia, flor do dia"! Aquela frase ficou internalizada em mim, feito algo que tivera nascido comigo. Cuidava da flor que plantara em meu peito: Ofertava-lhe o sol, quando em silêncio, velava meu sono; Regava-lhe a raiz com a pureza insípida, incolor, inodora e amoral do amor (recurso extremamente raro e não renovável); por fim, encostava seus mimos ao pé de meus ouvidos, e como divindade me recriava todos os dias. Eu era a semente que explodia num bom dia... "bom dia, flor do dia"!
Ayra on

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